“não sinto vontade de fazer as coisas” / Formas de vencer o desânimo e ter disposição para a vida

Man wearing eyeglassesAlgumas pessoas se sentem “perdidas”, sem vontade de “fazer suas coisas” ou “fazer algo na vida”. Acreditam que suas vidas não têm sentido, que são incapazes ou que não são “boas o suficiente”.

É importante investimento e dedicação (nas relações pessoais, na saúde física e emocional, ter momentos de lazer, criar projetos na carreira, …). A pessoa que espera a vontade “aparecer” para então criar projetos em sua vida, pode ficar desanimada, deixando a “vida passar”.

Às vezes a pessoa acredita que um dia sua vontade “aparecerá” como num passe de mágica, mas isso é pouco provável. É difícil sentir disposição para fazer as coisas sem antes descobrir quais são os seus interesses. Para isso é preciso “experimentar”, começando a provar aquilo que possa se tornar um interesse algum dia:

  • Selecionar “coisas” que possam se tornar um desejo ou interesse
  • Planejar e traçar metas sobre esses possíveis interesses
  • “Fazer a coisa acontecer” (ter ação)
  • Dar continuidade àquilo que se propôs.

A vontade e a motivação costumam vir junto com a sensação de bem estar, com a expectativa de se sentir “completo”, com o comprometimento e objetivo de viver a vida. Mas mesmo assim não é sempre que as pessoas sentem disposição para as coisas, não por isso elas abandonam os seus interesses ou abandonam a elas mesmas. Por exemplo:

  • Mesmo sentindo preguiça em alguns momentos, a pessoa pratica atividades físicas.
  • Nem sempre a pessoa quer levantar todos os dias de manhã da cama para trabalhar (mesmo gostando da profissão), mas ela “liga no automático” e simplesmente “vai”.

É “muito bom” ter perspectivas e sonhos, mas isso só é possível se a pessoa souber o que ela quer. O autoconhecimento e o esforço são necessários para se sentir estimulada. É fundamental criar objetivos e “correr” atrás deles para então sentir a Vontade.

Quando a pessoa não consegue fazer isso, é importante o acompanhamento com o psicólogo. O psicólogo auxilia a pessoa entender sobre si, sobre as suas necessidades, sobre os seus interesses, ajudando  superar os conflitos emocionais e traça objetivos para o seu bem estar.

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“não consigo relaxar, não consigo parar” / Sente culpa quando tem momentos para si

Algumas vezes a pessoa pode se sentir culpada quando pensa em ter um tempo durante a semana para si, como por exemplo, para:dupla jornada

  • Passear, relaxar, dançar, ler um bom livro
  • Paquerar ou namorar (pessoas casadas, que tem filhos, podem ter esse sentimento de culpa)
  • Ou simplesmente um tempo para “não fazer nada”

 A pessoa acredita que se ela fizer alguma coisa para relaxar ou se divertir, estará sendo irresponsável. Ela se cobra muito, acha que a vida deve ser apenas (ou grande parte) de responsabilidades e obrigações. Pensa ou fala: “Parece errado fazer algo para mim (como nos exemplos citados acima), me sinto mal”. Normalmente esse pensamento é acompanhado de sentimentos de insegurança e baixa autoestima.

A pessoa tem a sensação de estar sempre em dívida, precisando fazer “algo produtivo”. Isso pode gerar muita ansiedade e agitação, fazendo com que ela “nunca pare”. Esse estado emocional e de comportamento agitado pode trazer grande risco para a sua saúde física e emocional. Cedo ou tarde a pessoa chegará ao seu limite, apresentando sintomas de desgaste e exaustão (estresse, depressão, dores no corpo, problemas de saúde…).

É interessante perceber:

  • Tenho dificuldade em relaxar?
  • Acho que momentos de diversão é perda de tempo?
  • Não consigo ficar sem pensar nas minhas responsabilidades?

Se as respostas forem “sim” para essas perguntas, é sinal de alerta.

Provavelmente a pessoa passou por situações ou aprendizados que a levaram a agir de forma muito rígida em sua vida. É necessário entender o que leva a essa cobrança excessiva consigo mesma.

 É importante o equilíbrio, em que a pessoa possa cumprir com seus compromissos, mas também possa ter momentos de descanso e lazer. É indicado o acompanhamento com o psicólogo quando a pessoa tem dificuldade em relaxar e baixar o nível de agitação.

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“Vou me aposentar, e agora?” / Quais são os conflitos emocionais e as mudanças que podem acontecer quando se aposenta?

A aposentadoria significa nova etapa de vida, de possíveis transformações. A mudança acontecerá, e com isso será necessário a pessoa se adaptar e conduzir o seu dia a dia de um jeito diferente.tirando gravada

Normalmente a aposentadoria é momento de reflexão sobre a trajetória de vida percorrida, sobre as realizações (ou não realizações) pessoais e profissionais, e também sobre “qual é o sentido da própria vida”.

 Quem está se aposentando poderá ter perdas e ganhos. A pessoa poderá ter mais perdas ou mais ganhos dependendo da forma que ela encarar:

  • Normalmente a pessoa que fica feliz com a aposentadoria conhece aquilo que a traz satisfação, motivação e interesse. Entende como uma oportunidade de desfrutar tudo o que conquistou trabalhando, podendo ter mais tempo para suas relações, para atividades físicas, culturais e de lazer. Ela cria uma nova rotina, planejando esse momento para realizar desejos que antes não podia por falta de tempo. O autoconhecimento a ajuda a identificar aquilo que a deixa estimulada.
  •  Já os que lamentam estar se aposentando, com frequência acreditam que estar aposentado significa estar incapaz e improdutivo. A pessoa pensa que “o que você faz” é “quem você é”, levando-a ao sentimento de perder aquilo que preenchia a sua vida. Sente que perde a própria identidade, os objetivos e o sentido da vida. A vida se resumia ao trabalho, que muitas vezes era uma forma de fugir de todo o resto. O aposentado não sabe o que fazer com o “tempo livre”, não consegue planejar e organizar os seus dias. A dificuldade pode aumentar quando o aposentado passa a ter que lidar com os conflitos de relacionamento e os próprios conflitos emocionais que tentou ignorar durante anos. Isso tudo pode levar a sintomas de depressão e ansiedade.

É importante ter uma rotina com atividades, objetivos e meios traçados para se sentir feliz. É importante planejar a semana. Ser feliz exige esforço, e assim como a pessoa precisa lutar e traçar objetivos na vida profissional, é importante ela também ter esse movimento na vida pessoal, seja a pessoa aposentada ou não.

É fundamental construir interesses, exercitando e estimulando o corpo e a mente, sentindo-se desafiado com atividades que tragam prazer, como por exemplo:

  • Exercícios físicos, dança
  • Cursos de artes ou de alguma área do conhecimento que o interesse
  • Viagens

 Se a pessoa tem pensamentos negativos sobre se aposentar, provavelmente ela terá mais dificuldades em aceitar essa nova etapa da vida. Quando isso acontece, é importante o acompanhamento com o psicólogo.

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Por que a pessoa se sente perdida e incompleta? / Formas resgatar a própria vida

Alguns acham que a melhor forma de superar as dores é deixando de lado o sofrimento e não enfrentando os problemas emocionais. Dessa forma a pessoa se abandona, não olha para tudo aquilo que faz parte da sua história de vida.mala borboletas

Depois de alguns acontecimentos na vida, a pessoa pode ficar “fragmentada”. É como se algumas “partes” dela ficasse no passado, um pouco dela fosse “deixado e perdido” no tempo. Esse “jeito” de agir pode levar a pessoa se sentir incompleta, como se algo faltasse em sua vida.

A pessoa passa a sentir que não é dona do seu próprio “eu”.  Muitas vezes ela se vê de fora, como se assistisse sua vida passando, e de alguma forma ela não tivesse controle sobre aquilo, sem controle sobre si mesma. Quando se sente assim, é importante refletir:

  • Teve momentos difíceis na minha vida que eu não consegui superar? Quais são eles?
  • Eu “me acolhi e me dei colo” nesses momentos difíceis? Ou será que me deixei de lado?
  • Será que me permiti sentir as dores emocionais da época? Ou ignorei meus sentimentos e necessidades depois de tudo acontecer?
  • Existe uma parte de mim “perdida” no passado?

Refletir e resgatar o “eu” no passado não significa ficar remoendo e revivendo o sofrimento, mas sim aceitar e enfrentar os medos e as feridas emocionais.

O processo de resgatar o próprio “eu” deve ser por etapas, aos poucos, podendo ter o seu tempo para entender e achar formas de superar o que aconteceu. Respeitando o tempo para cicatrizar as feridas emocionais. Assim, a pessoa poderá se sentir mais segura e equilibrada, mais “completa” juntando os seus “pedaços” deixados no passado, superando e recuperando o seu “eu”. Normalmente a pessoa precisa de ajuda emocional para conseguir fazer isso, sendo o acompanhamento com o psicólogo indicado.

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“Meu namorado / esposa não me dá o que quero na relação” / Insatisfação no relacionamento amoroso

Rosa_e_EspinhoAlguns conflitos podem acontecer no relacionamento amoroso. A pessoa pode sentir que não “recebe” o suficiente do companheiro. Ela “cobra” do companheiro aquilo que acha importante na relação. Mas existe a possibilidade do parceiro não conseguir dar o que a pessoa quer. Ele pode se sentir frustrado, porque ele acredita que está dando o melhor dele nessa relação.

O companheiro acha que está dando rosas, e a pessoa acha que está recebendo espinhos.

É interessante a pessoa refletir:

  • Quais qualidades espero de um namorada / marido?  
  • É possível alguém ter as qualidades que desejo? Será que meu companheiro é realmente alguém que tem interesses, objetivos ou valores parecidos comigo? Aceito como ele é na sua essência?
  • Será que eu sou muito exigente, imagino alguém ideal, sem dificuldades ou “defeitos”?
  • Busco entender quais são as necessidades do meu companheiro? Dou espaço para ele dizer o que quer? Respeito as queixas e reclamações dele em relação a mim?

É importante que cada um entenda o que realmente quer em uma relação. A empatia (se colocar no lugar do outro) é necessária para conseguir saber o que realmente é possível nessa “troca”. Nem sempre o companheiro será capaz de “dar ou receber” o que a pessoa quer. Decepções acontecem nos relacionamentos.

É fundamental respeitar os próprios limites (e também os limites do outro), perceber o que a pessoa e o companheiro podem oferecer um para o outro, e se esse “dar e receber” serão o bastante para os dois.

O casal precisa prestar atenção na “real” necessidade de cada um, e assim estimular aquilo que o parceiro pode “dar” e melhorar (estimular sim, mas não cobrar). Mas para não ficar eternamente insatisfeitos, é interessante refletir sobre as perguntas feitas acima. Se alguém do casal ficar confuso sobre o que quer ou não quer, se é possível ou não é possível “dar e receber” do companheiro, é interessante o acompanhamento com o psicólogo.

Leia também:

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http://curitibapsicologa.wordpress.com/2013/12/23/como-se-entender-num-so-olhar-melhorando-a-sintonia-na-relacao/

http://curitibapsicologa.wordpress.com/2013/07/01/e-quando-a-pessoa-percebe-que-o-amadoa-tem-defeitos/

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Será que a pessoa gosta de ficar em casa ou ela é insegura? / Baixa autoestima

Cada pessoa tem o seu jeito de “ser”. Tem aqueles que preferem sair e passear, e tem aqueles que preferem ficar em casa. A pessoa que prefere ficar em casa precisa refletir:escondido

  • Como me sinto quando fico em casa? Tranquilidade, felicidade? Tendo prazer em estar dentro casa?
  • Ou será que fico em casa porque tenho medos e inseguranças pessoais? Quando os outros me olham acho que estou sendo avaliada e sendo julgada?
  • Eu me cobro muito em relação a minha aparência e no meu modo de agir?

É importante a pessoa entender as suas escolhas. Muitas vezes ela não tem vontade de sair e se isola porque tem baixa autoestima e inseguranças. Acredita que é inferior, desinteressante e mal vista. Imagina que todos serão críticos quando a olharem.

A pessoa fala para os outros que se sente feliz em casa, mas no fundo ela se diz caseira porque tem medo de não ser aprovada e não ser aceita pelos outros. A falta de aceitação por si mesma a faz se sentir reprovada pelos outros. Na verdade é a própria pessoa quem se julga negativamente. A reprovação não está fora, mas dentro de si mesma. Dessa forma pode “arrumar desculpas” para não sair de casa:

  • “não tenho roupa para sair”
  • “não saio porque não tenho com quem deixar meus filhos”
  • “me divirto mais em casa do que quando eu saio”

O equilíbrio é importante para uma vida saudável. Não há nada de “errado” em ficar em casa, mas o exagero pode trazer prejuízos na vida da pessoa e ser sinal de “perigo emocional” (depressão, pânico, …). É necessário o acompanhamento com o psicólogo quando a pessoa passa a maior parte de sua vida “trancada” em casa, como se estivesse se escondendo dos seus medos e suas dificuldades emocionais.

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Projeta os medos ou raiva nos outros / O perigo está dentro de você

A pessoa pode ficar com marcas e feridas emocionais quando passa por “coisas ruins” durante sua vida. Quando ela não consegue “cicatrizar” e superar suas dores (emocionais), ela pode projetar seus problemas pessoais em alguém ou em acontecimentos.

As suas próprias dificuldades, problemas e sofrimentos são projetados para fora dela. Isso acontece porque a pessoa não consegue perceber e entender o que acontece dentro de si mesma. Projeta os seus medos, inseguranças, frustrações….

Ela pode ficar confusa e ter vários pensamentos e comportamentos negativos para sua vida, como por exemplo:projeta no outro

  • Vê comportamentos negativos no outro, mas que na verdade são comportamentos da própria pessoa (projeta no outro o que é seu).
  • Acha que os outros são responsáveis e causadores pelos problemas dela.
  • Torna os momentos difíceis em problemas muito maiores do que realmente são.

Fica presa em seu próprio sofrimento emocional, olhando o mundo e os outros com medo ou raiva. A pessoa se sente ameaçada por tudo e por todos, mas na verdade o perigo está dentro de si mesma. O perigo está na dificuldade em encarar, lidar e enfrentar os próprios sentimentos. Não conseguir superar as dores emocionais a deixa mais vulnerável emocionalmente. Isso pode levar a sintomas de ansiedade, depressão, estresse…

É importante reconhecer o que acontece “dentro de si mesmo”. Quando sente que não consegue “se entender”, é fundamental o acompanhamento com o psicólogo para não ter ainda mais prejuízos em sua vida.

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“Sinto culpa depois de comer” / O prazer acompanhado de angústia

culpa-depois-de-comerAlgumas pessoas falam que sentem culpa depois de comer de forma exagerada. Outras sentem mal estar por estar acima do peso. Mas mesmo com esses sentimentos negativos, dizem que comem por prazer, porque gostam da sensação de comer e degustar os alimentos.

As pessoas que tem dificuldade em lidar com os seus sentimentos e com os acontecimentos de sua vida (como perdas, frustração, estresse, entre outros) podem acabar “descarregando” suas angústias nos alimentos. Muitas vezes a pessoa não percebe seu comportamento, ou a quantidade de alimentos que consome. É interessante se questionar:

  • Será que sei saborear os alimentos, mastigando bem a comida? Ou como de forma compulsiva, em velocidade alta, não degustando os alimentos?
  • Consigo saber quando o meu corpo está satisfeito, quando estou saciado? Ou é difícil ter limites sabendo quando já comi o suficiente?
  • Costumo me enganar dizendo que não me alimento o suficiente para estar ganhando peso, ignorando a realidade e meus comportamentos alimentares?
  • Será que como por prazer ou será que me alimento por angustia, ansiedade, por conflitos emocionais?

É importante entender porque o “prazer” está acompanhado de sentimentos como culpa, tristeza, frustração ou decepção. É fundamental refletir:

  • Sei reconhecer e lidar com minhas emoções?
  • Consigo achar formas saudáveis de relaxar e lidar com minha ansiedade e estresse do dia a dia?
  • Sei o que realmente me traz satisfação na vida? Me conheço o suficiente para saber quais são os prazeres saudáveis que posso ter em minha vida?

Caso a pessoa perceba que tenha dificuldade em lidar com suas emoções e “descobrir” o que lhe traz sensações positivas de forma saudável, é indicado o acompanhamento com o psicólogo.

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Sufoca o outro sempre querendo ele (a) ao seu lado / Sobrecarrega o companheiro(a) com seus pedidos

Algumas pessoas sufocam os seus namorados / esposas, exigindo excessiva atenção e carinho. Por mais que o parceiro demonstre o amor e seja afetuoso, parece que não é o suficiente para a pessoa. Ela aumenta cada vez mais as suas reclamações.sufocando-o-outro

Quando a pessoa é insegura, carente e com baixa autoestima, ela pode se tornar controladora, invadindo o espaço do amado. O parceiro se sente cada vez mais cobrado, tendo que “abrir mão” de si mesmo por causa das pressões da pessoa. Dessa forma, o comportamento da pessoa pode fazer com que companheiro se canse e reavalie se deseja permanecer nessa relação sufocante.

É importante a pessoa se questionar:

  • Sinto necessidade de sempre agradar o meu namorada / marido por medo dele se afastar ou me abandonar?
  • Responsabilizo meu companheiro pela minha felicidade e “boa” autoestima?
  • Cobro os meus gestos de carinho, como se o meu parceiro tivesse que “pagar por tudo” o que eu faço?
  • Reconheço o amor e o carinho que o meu companheiro demonstra?

Não é saudável tornar o outro “tudo para você”, como se você não fosse capaz de viver ou ser feliz sem ele. Também não é positivo tentar “ser tudo para o outro”, como se ele tivesse que estar feliz somente quando você estiver ao seu lado.

É importante sinalizar e dizer ao seu companheiro o que gostaria que ele fizesse, e também falar o que te incomoda. Mas antes de expor seus sentimentos, avalie se o que está querendo pedir e dizer é realmente saudável e sensato.  É um problema quando a pessoa quer “aprisionar” seu namorado / esposa, impedindo que ele tenha privacidade, amigos ou alegrias sem ela ao lado dele.

Invadir o espaço do outro é negativo. Se o companheiro não tiver o tempo e espaço para viver e demonstrar o carinho dele por você, ele pode nunca ter a iniciativa e a espontaneidade de dizer o quanto gosta de você. Isso pode levar ele a não te valorizar.

É importante se valorizar e curtir os momentos sem o namorado / esposa. É indicado o acompanhamento com o psicólogo caso tenha a sensação de dependência pelo companheiro, como se você fosse “refém” dos seus medos na relação amorosa.

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“Ele(a) não consegue aceitar críticas” / Passos para aproveitar as críticas

tapando ouvidosNão aceitar os conselhos e críticas, significa perder a oportunidade de aprender com seus erros,  de melhorar seus comportamentos e de superar suas dificuldades. Quanto mais inflexível a pessoa for, ou quanto mais ela ignorar seus próprios “defeitos”, maior poderão ser seus problemas.

É importante pensar:

  • Consigo escutar as críticas e busco refletir sobre elas? Será que posso tirar algo de bom do que falam?
  • Tenho dificuldade em admitir e me responsabilizar sobre meus erros? 
  • Percebo os sinais de que preciso mudar?

Não é fácil escutar críticas, mas é importante. Às vezes pode ficar triste e chateada com o que dizem, mas muito do que falam pode ser exatamente aquilo que a pessoa precisa escutar para mudar. É justamente o que está causando os prejuízos em sua vida.

Ao escutar críticas, é interessante a pessoa perceber o que está difícil admitir. Começar a trabalhar o seu emocional para conseguir melhorar os seus comportamentos. Tirar proveito  daquilo que é bom do que dizem, e deixar de fora as emoções negativas que podem surgir com as críticas.

Não é algo fácil entender o que é “bom” da crítica. Para isso, é importante o autoconhecimento. Quanto mais a pessoa souber lidar com os sentimentos negativos que podem surgir com as críticas, mais ela poderá aproveitar a crítica de forma positiva. O psicólogo pode ajudar a pessoa lidar com as críticas, com as emoções e inseguranças que podem vir com elas.

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