Alimentação

“Faz mal sentir emoções consideradas negativas (raiva, tristeza, mágoa)?” / Reconheça as emoções e saiba administrar os seus sentimentos

Normalmente as pessoas não são muito estimuladas a falarem sobre os seus sentimentos, ainda mais quando se trata de emoções consideradas negativas, como, por exemplo, mágoa, tristeza, raiva… de certa forma, nossa sociedade coloca que essas emoções devem ser evitadas:várias expressões humor

  • “deixa para lá, logo passa”.
  • “vamos sair e nos divertir para você parar de pensar nessas coisas, vai te fazer bem”.

Por esses motivos, muitos acabam ignorando os sentimentos, deixando de entender as causas das suas dificuldades emocionais.

Boa parte da população interpreta que é sinal de fraqueza (fragilidade emocional) falar ou demonstrar algumas emoções e sentimentos (“você viu? ele chorando, que sensível!”). Dessa forma, algumas pessoas acreditam que precisam se distanciar de suas emoções e sentimentos para ter estabilidade emocional. A cobrança do que seria ser “forte”  leva a pessoa a mascarar suas emoções, afastando-se de seus sentimentos e consequentemente de quem ela “é”, do seu próprio “eu”, dificultando ela entrar em contato consigo mesma.

As emoções e os sentimentos têm grande significado e poder sobre a vida de cada um. Eles refletem no dia a dia da pessoa, nos seus pensamentos, comportamentos, na forma como vai se relacionar com o seu trabalho e com a sua família e amigos, em como vai lidar com os conflitos e obstáculos (que surgirão no decorrer da vida). Os sentimentos dizem muito sobre a pessoa, de como ela “está”, de como lida com os problemas, e se há feridas abertas (traumas ou mágoas) que precisam ser cicatrizadas para possibilitar uma vida mais plena e saudável. A pessoa tem dificuldade de controlar a própria vida quando lhe falta o autoconhecimento. 

Para conhecer alguém, é preciso conversar e se interessar pela sua história, por aquilo que ele pensa, pelos seus sentimentos. Se a própria pessoa não faz isso consigo mesma, se ela não se dá um tempo para conversar com as suas próprias emoções para refletir sobre o que está sentindo, ela pode deixar de compreender o que passa dentro de si, não se reconhecendo e não entendendo o seu “eu”.

Para conseguir administrar e lidar com essas emoções (consideras negativas), é preciso entender o que elas estão querendo dizer. Compreender não significa ficar remoendo os problemas ou alimentar sentimentos negativos, mas sim significa:

  • Acolher as dores emocionais para reconhecer os sentimentos, e assim compreender melhor as próprias escolhas e comportamentos.
  • Assumir o controle e a responsabilidade por si.
  • Buscar formas de enfrentar as dificuldades e superar os obstáculos em momentos de conflitos.

Ou seja, reconhecer as emoções e sentimentos, sabendo administras e conduzir de forma positiva, deixa a pessoa mais forte emocionalmente. O autoconhecimento possibilita que a pessoa consiga lidar melhor com suas emoções e tenha comportamentos mais assertivos futuramente. É importante conduzir as emoções e sentimentos de forma produtiva, para aproveitar e criar uma fonte de motivação para o crescimento pessoal.

É preciso elaborar as dores emocionais, ou seja, é preciso sentir, entender, aprender e encontrar formas de lidar com os sentimentos, de se fortalecer emocionalmente. Todo esse processo é importante para superar e enfrentar os sentimentos “negativos”. Quando a pessoa não consegue fazer isso sozinha, é indicado o acompanhamento com o psicólogo.

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Quando um projeto inacabado se torna um problema? / Não terminar algo não significa falta de compromisso

É normal a pessoa nem sempre terminar algo que ela começou. Ela pode começar várias coisas, mas não necessariamente ela conseguirá terminar todas elas. Não é porque não terminou todas elas, que não teve disciplina, esforço e suas conquistas. É comum que:busca do sucesso

  • Nem sempre sairá do jeito que ela pensou, podem surgir novas necessidades. Às vezes ela terá que fazer novas escolhas, abrindo mão de um projeto para conseguir dar conta de uma nova prioridade em sua vida. Por exemplo, a mulher tem estabilidade financeira e profissional, mas pretende se arriscar para crescer ainda mais na sua carreira (o que exigiria tempo e dedicação). Nisso ela engravida e decide ter o bebê. Talvez, nesse momento, precisará reformular seus projetos, podendo dar continuidade para eles em outro momento, quando seu filho estiver maior.
  • Não está preparada ou “madura” para realizar o projeto nessa fase de sua vida. Antes precisará se fortalecer emocionalmente, se capacitar profissionalmente ou se organizar financeiramente para então dar continuidade aos seus planos. Por exemplo, quer reformar sua casa, mas percebe que demandará mais dinheiro do que imaginava, sendo necessário economizar mais para conseguir fazer a sua reforma.
  • Nota que estava indo pelo caminho errado, precisando reformular e achar outros meios para conquistar aquele objetivo. Ou reavalia e reflete sobre aquilo que estava querendo. Percebe que não é bem aquilo que gostaria, então muda de idéia, e faz outros planos para sua carreira ou para sua vida pessoal. Por exemplo, está noivo (a), mas pensa bastante e avalia que na verdade não quer casar com aquela pessoa, terminando o compromisso com ela.

Muitos começam e não terminam diversas coisas. Não há nada de horrível nisso. A grande sacada é saber aproveitar de forma positiva com essas experiências que adquiriu nas suas tentativas, aprendendo quais os comportamentos e os caminhos que não valem a pena seguir e quais podem ter uma boa chance de dar certo. Com certeza poderá utilizar esses conhecimentos para o seu futuro, o que fará toda diferença para ter sucesso nos próximos projetos.

Mas é claro que é preciso equilíbrio. Se a pessoa “nunca” consegue dar continuidade aos seus projetos, é importante analisar o que está acontecendo:

  • O que já consegui finalizar? E o que ainda não consegui? Com que frequência não consigo terminar algo?
  • Grande parte daquilo que não consegui está relacionada a uma área especifica da minha vida (por exemplo: profissional, amorosa, …)? Qual será o motivo para essa dificuldade de concluir os meus projetos nesse contexto (problemas de relacionamento, familiares, financeiro, falta de motivação, de não saber o que realmente quer)?
  • Qual o meu grau de comprometimento com as coisas? Qual o meu nível de tolerância para lidar com as frustrações? Tenho dificuldade de me manter motivado?

 

Obstáculos e decepções vão aparecer no caminho. É normal as coisas não saírem conforme planejado. Aprender com as dificuldades é fundamental para se aprimorar. Encare as frustrações e os desafios e seja persistente. A pessoa que espera que sempre saia tudo “redondinho” se frustra muito, e muitas vezes deixa de continuar tentando e lutando por aquilo que é possível conquistar.

Questões emocionais mal resolvidas podem prejudicas na conquista de objetivos, por esse motivo é interessante o acompanhamento com o psicólogo quando a pessoa não consegue entender ao certo o que está acontecendo, o porquê não está obtendo resultados nos seus projetos e objetivos de vida.

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Até quando é possível “dar conta de tudo”? / Riscos em se cobrar ( se exiger) muito

Alguns se cobram muito. Nunca é o bastante ou suficiente, querem sempre mais. A pessoa quer resultados, passa a fazer mais do que pode, não respeitando os seus limites. Chega um momento em que o corpo e a mente entram em exaustão, não aguentando mais tanta pressão.

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A pessoa começa a ter dificuldade para fazer as coisas. Não consegue ter mais a agilidade de antes. Tudo se torna mais difícil. O dia a dia pode ficar desgastante. Ela pode perder o prazer, a vida pode se torna uma obrigação. Dessa forma perde a oportunidade de aproveitar as coisas boas. Deixa de curtir os resultados dos seus esforços. Não consegue se sentir satisfeita com suas conquistas.

O excesso de exigências pode ser um veneno. O olhar fica contaminado, vendo somente aquilo que ainda não está bom, ou o que ainda precisa melhorar. Dessa forma, a pessoa não curte suas realizações. Ela se esquece de comemorar suas vitórias. O prazer é deixado de lado e com isso sua motivação diminui. Não se dá o tempo para aproveitar as suas conquistas ou se recompensar por todo o esforço que teve. Assim, a frustração se torna cada vez maior, porque a pessoa sente que está sempre em dívida, precisando dar muito mais de si, gastando toda a sua energia.

As expectativas são muitas, a pessoa não consegue relaxar. A depressão ou crises de ansiedade podem surgir como sinal de que a pessoa precisa reavaliar a sua vida. É importante refletir:

  • Reconheço minhas conquistas? Percebo o que eu já fiz de bom? Quais são minhas qualidades ou habilidades?
  • Será que sou justo ou sou tirano comigo mesmo? Cobro-me de ser perfeito? Tenho limites?
  • Consigo reconhecer as minhas necessidades? Reservo um tempo para o meu lazer ou meu descanso? Permito minha mente relaxar?

É fundamental o acompanhamento com o psicólogo caso a pessoa se cobre muito, caso ela tenha dificuldade para relaxar sem pensar nas obrigações.

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“Sinto culpa depois de comer” / O prazer acompanhado de angústia

culpa-depois-de-comerAlgumas pessoas falam que sentem culpa depois de comer de forma exagerada. Outras sentem mal estar por estar acima do peso. Mas mesmo com esses sentimentos negativos, dizem que comem por prazer, porque gostam da sensação de comer e degustar os alimentos.

As pessoas que tem dificuldade em lidar com os seus sentimentos e com os acontecimentos de sua vida (como perdas, frustração, estresse, entre outros) podem acabar “descarregando” suas angústias nos alimentos. Muitas vezes a pessoa não percebe seu comportamento, ou a quantidade de alimentos que consome. É interessante se questionar:

  • Será que sei saborear os alimentos, mastigando bem a comida? Ou como de forma compulsiva, em velocidade alta, não degustando os alimentos?
  • Consigo saber quando o meu corpo está satisfeito, quando estou saciado? Ou é difícil ter limites sabendo quando já comi o suficiente?
  • Costumo me enganar dizendo que não me alimento o suficiente para estar ganhando peso, ignorando a realidade e meus comportamentos alimentares?
  • Será que como por prazer ou será que me alimento por angustia, ansiedade, por conflitos emocionais?

É importante entender porque o “prazer” está acompanhado de sentimentos como culpa, tristeza, frustração ou decepção. É fundamental refletir:

  • Sei reconhecer e lidar com minhas emoções?
  • Consigo achar formas saudáveis de relaxar e lidar com minha ansiedade e estresse do dia a dia?
  • Sei o que realmente me traz satisfação na vida? Me conheço o suficiente para saber quais são os prazeres saudáveis que posso ter em minha vida?

Caso a pessoa perceba que tenha dificuldade em lidar com suas emoções e “descobrir” o que lhe traz sensações positivas de forma saudável, é indicado o acompanhamento com o psicólogo.

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Pessoas se colocam em risco por momentos de “prazer” / O que fazer?

olho prazer riscoAlgumas pessoas buscam sensações “fortes” / intensas, querem “adrenalina”. Muitas vezes, elas sentem atração por coisas perigosas que podem trazer riscos e problemas em suas vidas. Com o tempo, a pessoa não consegue ter controle sobre si, tendo comportamentos cada vez mais impulsivos.

 Exemplo de situações de risco:

  • Sexo sem proteção, correndo risco de contrair doenças sexualmente transmissíveis.
  • Compulsão por compras, gerando dívidas financeiras.
  • Compulsão alimentar, podendo provocar o sobrepeso ou obesidade, e como consequência problemas de saúde.
  • Consumo de drogas.

             A pessoa precisa perceber se consegue relaxar, ter momentos de lazer e prazer de forma saudável.

Normalmente, a pessoa que tem problemas emocionais “mal resolvidos” fica mais vulnerável à caminhos autodestrutivos, e por isso se coloca em situações de risco. Ela se confunde entre aquilo que é felicidade, daquilo que traz sensação de prazer momentânea (no caso, situação que é prazerosa, mas é prejudicial).

É fundamental refletir:

  • O que realmente está acontecendo comigo? O que não está “legal”?
  • O que é real em minha vida? Será que me engano?
  • O que me traz a verdadeira felicidade? O que eu gosto?
  • Eu consigo dar limites a mim mesmo? Sei dizer “não” para mim mesmo?

Para mudar esses comportamentos de risco é necessário se conhecer. Com maior autoconhecimento é possível achar equilíbrio e ter uma vida com “adrenalina saudável”, com sensações de prazer em ambientes e situações que não prejudique, com momentos de felicidade que tragam mais sentido na vida da pessoa.

O psicólogo pode ajudar a pessoa lidar com suas questões emocionais, também pode ajudar a “achar” aquilo que traz sentimentos e emoções positivas, profundas e verdadeiras.

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Cirurgia bariátrica / importância do acompanhamento com o psicólogo

É muito frequente as pessoas obesas se enganarem, mentirem para os profissionais e para elas mesmas sobre o quanto e o que comem, também sobre fazerem ou não atividades físicas. Às vezes se alimentam depressa e às escondidas, com episódios compulsivos.

Existe uma profunda decepção consigo mesmo por não conseguir se controlar na alimentação e pelas tentativas frustradas em emagrecer, gerando sentimentos de incapacidade.

É essencial a ajuda da família e dos que convivem com a pessoa obesa. É muito importante eles participarem e estimularem os hábitos alimentares e comportamentos saudáveis.

A cirurgia pode ser vista como uma ferramenta para ajudar a controlar a obesidade, mas não como a solução para os problemas, e muito menos como a garantia de não voltar a engordar. A pessoa vai precisar fazer a parte dela para ter sucesso na sua cirurgia bariátrica. Se não tiver o próprio esforço, ela poderá voltar a ganhar peso excessivo (mesmo depois da cirurgia) e colocar todo o procedimento cirúrgico por água abaixo.

Depois da cirurgia, muitas pessoas ficam mais dispostas, melhoram a autoestima, sentem o corpo “leve”, melhoram algumas complicações da saúde. Mas existem muitos riscos na cirurgia. Eu enfatizo aqui as complicações psicológicas pós-cirurgia: desenvolver outras compulsões (comprar, beber,…), voltar aos hábitos e

de comer excessivamente, desenvolver transtornos emocionais, conflitos pessoais e profissional,…

Quem passa pela cirurgia bariátrica pode se abalar profundamente quando percebe que a solução da sua vida não estava em emagrecer, que terá que encarar todo o “resto”, aquilo que ela não “olhava”, que era “encoberto” pela obesidade. Muitos acreditam que o culpado é o peso (excesso de gordura), é por causa dele que não consegue se aceitar, atingir metas, namorar, ser feliz… e na verdade, quando emagrecem, percebem que não é bem assim. O magro também sofre e perde. Essa desilusão pode interferir na motivação e comprometimento em relação à alimentação saudável e atividade física.

A pessoa pode sabotar todo o processo comendo alimentos altamente calóricos, em pequenos intervalos, levando a não perder peso.

Por toda essa questão, é fundamental o acompanhamento com o psicólogo. Ele ajuda o paciente:

  • Participar e se comprometer com o processo de emagrecimento
  • Técnicas de autocontrole
  • Desenvolver estratégias para lidar e enfrentar a sensação de “vazio” e insatisfação
  • Se reorganizar e se adaptar ao novo estilo de vida e à realidade
  • Motivação e manutenção da atividade física

É uma pena, mas mesmo muitos sabendo e entendendo a importância e necessidade do acompanhamento psicológico, acabam não fazendo, não trabalhando tudo o que foi colocado nesse texto.

Leia também o post Entender o que está levando a se alimentar compulsivamente / controle alimentar:

https://curitibapsicologa.wordpress.com/2013/07/29/conhecer-e-entender-o-que-esta-levando-a-compulsao-alimentar/

Categories: Alimentação, Cirurgia bariátrica, Personalidade, Técnica identificar motivo compulsão alimentar | Tags: , , , , , , , | Deixe o seu comentário

Entender o que está levando a se alimentar compulsivamente / Controle alimentar

            Muitas pessoas comem de forma descontrolada. Essa compulsão pode ser provocada por vários motivos:ansiedade compulsão alimentar

  • Dificuldade em lidar com as emoções, sejam elas boas ou ruins – seria uma tentativa de não encarar e lidar com os sentimentos. Ao comer, a pessoa desvia e tira o foco das emoções.
  • Hábitos alimentares – Qual a frequência que a pessoa faz as refeições, quais os alimentos que escolhe, quando se alimenta está em que estado emocional? Tranquilo ou agitado?
  • Significado de comer – De forma inconsciente, cada um constrói o significado sobre a alimentação, sobre as refeições. Por exemplo: se a pessoa acredita que comer traz felicidade, quando ela estiver triste ela pensará inconscientemente “estou triste, então vou comer”. Crenças assim podem levar a compulsão alimentar.

Fazer anotações pode ajudar a se perceber e se controlar no dia a dia.

Ajuda a entender o que a leva a comer de forma descontrolada.

Os passos são escrever um diário alimentar, relacionando as refeições com situações e emoções do dia. Fazer relação com os itens abaixo:

  • O que comeu (quais alimentos?)
  • Os acontecimentos do dia, bons e ruins. Pensamentos e recordações marcantes
  • Os sentimentos que surgem com esses acontecimento e pensamentos (tristeza, frustração,…)
  • Reações físicas do dia, como agitação, palpitação, falta de ar….
  • Horários que se alimenta compulsivamente – manhã, tarde ou noite (são momentos que a pessoa está sozinha? Se sente estressada? Pensa em frustrações? Sente tristeza e desânimo? Pensa nas dificuldades financeiras, familiares? Porque não consegue relaxar? …)

A pessoa pode ficar mais consciente do seu comportamento com a reflexão. Ela pode entender o que tem provocado a ansiedade e conseqüentemente o ato compulsivo. A partir disso é possível reconhecer e enfrentar aquilo que não está legal (questão emocional), dar um novo sentido para a alimentação e criar novos hábitos.

Quando fica difícil de realizar essas etapas e processo, é importante a busca do psicólogo e do nutricionista.

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